Domingo, 23 de Setembro de 2018

Mato Grosso
Publicada em 21/06/18 às 11:03h - 174 visualizações
PF deflagra operação em Torixoréu contra fraudes; prefeita e ex-gestor seriam alvos

RDNEWS


 (Foto: REPRODUÇÃO)
A Polícia Federal deflagrou mais uma operação nesta quinta (21) em Torixoréu. Trata-se da Operação Pedra Preta para desmantelar esquema criminoso de fraudes na prefeitura. Por ordem judicial, 15 policiais federais estão cumpridos mandados de busca e apreensão e prisão na cidade.

Agentes públicos e sindicato rural são alvos. Investigações apontam para fraudes em licitações. Provas incriminam o principal investigado, um agente público, acusado de desviar recursos de convênio da administração municipal, pagando a uma empresa contratada cerca de R$ 600 mil sem que qualquer obra tivesse sido realizada até fevereiro de 2015.

A prefeita, Inês Coelho (PP), o marido dela e o ex-prefeito Odoni Mesquita (PSB), secretários municipais e fornecedores também seriam alvos.

O delegado Rafael Valadares, em Barra do Garças, ainda não informou qual o teor e quais são todos os alvos da operação, porém informações extraoficiais apontam que foram apreendidos documentos na prefeitura e no sindicato rural.

Informações extraoficiais também dão conta de que o ex-prefeito Odoni Mesquita foi detido, mas a própria PF ainda não confirma a informação.

As investigações tiveram início em 2015 para apurar os crimes de peculato, omissão na prestação de contas de recursos federais, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A fraude

O pivô do esquema, de acordo com a Polícia Federal, contratou outra empresa e adquiriu diretamente os materiais e insumos necessários ao início da execução de obra, sem licitação, custeando o serviço com recursos diversos do convênio, inclusive com recursos próprios da prefeitura.

Com os valores desviados, o investigado comprou um imóvel rural de R$ 700 mil, registrando-o em nome de terceiro (laranja), consumando o crime de lavagem de dinheiro diante da ocultação/dissimulação e integração dos valores obtidos em razão dos crimes de peculato anteriormente comprovados.

"O crime de organização criminosa foi caracterizado tendo em vista a engenhosidade levada a efeito pelos autores para o fim de consubstanciar os desvios aos cofres públicos e a evidente ordenação e divisão de tarefas entres os associados", diz trecho de nota emitida pela PF.

O agente público já foi indiciado em outros dois inquéritos da PF pelo desvio de recursos federais (peculato), por meio de pagamentos de obras não realizadas na mesma época.

Pedra preta

Nome da operação remete à origem do município de Torixoréu. Do idioma indígena bororo, a tradução da palavra "torixoréu" significa pedra preta.


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